De Deus, Espírito genérico, emana todo princípio espiritual. Nesse sentido é que o Verbo, denominação dada a Jesus, como todo Espírito, estava com Deus desde toda a eternidade, era Deus. A palavra – Verbo – designa a causa, o ser. Como causa, entenda-se a ação por efeito da qual a Terra foi tirada do caos, segundo a expressão bíblica, o que quer dizer: foi tirada da massa dos fluidos, que Deus preparara e dispusera para serem os materiais constitutivos desse planeta, fluidos que continham em si as essências espirituais destinadas a se tornarem criaturas do mesmo planeta e os elementos formativos deste. Como “ser” entenda-se a personificação da vontade de Deus em Jesus, sempre, como entidade distinta do ente supremo, que é uno, indivisível, criador incriado, sem cujo querer nada se produz; a personificação de Jesus, como órgão direto de Deus, para sustentação de tudo, respeito à Terra, pelo poder da sua palavra; personificação que tomou forma material para as vistas hu manas, enquanto o Mestre desempenhou a sua missão terrena.

…] São verbos de Deus todos os fundadores de planetas, os quais todos são Espíritos de pureza perfeita e imaculada, isto é: Espíritos que conservaram a pureza primitiva, que atingiram a perfeição sideral, sem jamais haverem falido. […] podeis […] chamar verbos de Deus, por serem seus enviados, aos Espíritos purificados que, tendo chegado à categoria dos puros Espíritos, podendo, conseguintemente, aproximar-se do foco da onipotência, se fazem mensageiros diretos do Senhor onipotente, e, nessa qualidade, desempenham missões nos planetas confiados à direção dos Espíritos que os fundaram e são seus governadores e protetores.

Referência:
ROUSTAING, J.B. (Coord.). Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação. Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés. Trad. de Guillon Ribeiro. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1988. 4 v. – v. 4

Verbo Divino ou Agente Executivo de Deus, a que alude o Evangelista, é o nosso Cristo planetário, co-criador e supremo governador espiritual do nosso orbe, Espírito angélico que, nos cimos da evolução, vivia em comunhão com o Criador, estava com Deus. E porque agia sob o comando divino, na sua excelsa função de médium do Altíssimo, era “um com o Pai”. Estando ele assim identificado com Deus, fazendo a vontade de Deus, em nome e sob a inspiração de Deus, entendeu o Evangelista que o Verbo Divino era Deus.

Referência:
SANT’ANNA, Hernani T. Notações de um aprendiz. Rio de Janeiro: FEB, 1991. – cap. 1

O Verbo, segundo o Discípulo Amado, na sua divina epopéia, não é mais do que a vontade e a palavra do Eterno. V V Jesus sentia a vontade do seu Criador e Pai, e era, pela palavra, o transmissor dessa vontade perante toda a Natureza. No princípio era o Verbo. Sim. No princípio da criação do planeta Terra, Jesus, podemos dizer, médium de Deus, realizava em toda a criação a vontade do seu Criador. […]

Referência:
SILVA JÚNIOR, Frederico Pereira da. Jesus perante a cristandade. Pelo Espírito Francisco Leite Bittencourt Sampaio. Org. por Pedro Luiz de Oliveira Sayão. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. – cap. 1

Visível ou oculto, o Verbo é o traço da luz divina em todas as coisas e em todos os seres, nas mais variadas condições do processo de aperfeiçoamento.

Referência:
XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. – q. 261

Ver também
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Pergunta número 1 feita ao Consolador prometido por Jesus:

1.Que é DEUS? Resposta: Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.” 1(Vide Nota Especial nº 1, da Editora (FEB),à pág. 604.

 

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